sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Um Conto de Natal Soraia Santos 1.º Prémio

Um Conto de Natal

Havia um rapaz chamado Diogo. Tinha doze anos e adorava as prendas que lhe ofereciam no Natal. As roupas que lhe enchiam o guarda-fato, os jogos e o divertimento que conseguia arranjar era uma maravilha.
Numa noite teve um pesadelo.
Estava uma manhã fria. O Diogo avistava as lindas casas com os telhados todos brancos da neve que tinha caído à noite. Cá fora estavam os rapazes a brincar: a fazer esqui, a andar de trenó e, uma grande parte a fazer bonecos de neve, aperfeiçoando cada um com cachecóis coloridos, cenouras e botões de vários tamanhos e feitios. O Diogo decidiu ficar na cama. Levantou-se ao meio-dia, dirigiu-se para a sala e viu um montão de presentes. Teve a jogar playstation e, não deu pelo tempo passar. Quando deu por si, já eram horas de jantar. Pensou:
Onde está a minha família? A Árvore de Natal? E, os enfeites e as canções que a minha família costuma cantar? Foi ao quarto dos pais e não viu ninguém.
O Diogo começou a chorar, angustiado. Sentia-se sozinho. Nem sequer festejou o Natal, nem abriu os presentes que faltavam. Foi para a cama. Adormeceu.
Acordou com a televisão que tinha no quarto e que, no dia anterior se esquecera de a apagar e, viu no seu televisor a dizer:
-Feliz Natal!!!
O Diogo não tardou a perceber que tudo aquilo tinha sido um pesadelo. Levantou-se da cama e, com o dinheiro que poupara para comprar uma coisa para si, comprou à mãe um lindo colar de pérolas azuis e um gorro vermelho com um cachecol do Benfica a condizer para o pai.
Teve o melhor Natal de sempre! Percebeu que os presentes não eram o mais importante no Natal, era a família unida.

Soraia Santos
5ºB nº14

Um Conto de Natal Beatriz Correia Barroco, 7 anos 1.º Prémio

Natal


Dia 25 de Dezembro é quando nasceu Jesus e é dia de natal.
Na véspera de natal, à noite, abrem-se as prendas tão belas.
A história de Natal foi esta:
Maria era muito bem-educada e quando ela estava na sua sala apareceu-lhe um anjo e Maria perguntou-lhe:
- Quem sois vós?
E o Anjo respondeu:
- Eu sou um anjo que te venho avisar que vais ter um filho que se vai chamar Jesus.
Maria, ao ouvir aquilo, ficou muito contente e foi a casa de uma amiga dizer que ia ter um bebé chamado Jesus. A amiga de Maria disse que também ia ter um bebé que se chamaria João baptista que iria baptizar Jesus.
No dia seguinte, o anjo voltou a aparecer. Desta vez, o anjo disse que o marido de Maria ia ser um homem chamado José.
Passado um ou dois meses, Maria casou-se com José e tiveram um filho que se chamou Jesus. Mas, o pior de tudo é que não tinham abrigo para Jesus se aquecer.
Então, como tinham um burro e uma vaca, aproveitaram e levaram o burro e a vaca, porque com os bafos dos animais Jesus aqueceria. Maria como estava muito cansada, foi em cima do burro com Jesus, escondendo-O nos braços.
No caminho viram campos lindíssimos, flores, árvores, pássaros, nuvens em muitos formatos e muito mais.
Quando viram uma gruta com um homem lá dentro, pediram para ficarem lá dentro a noite toda pois tinham um bebé. O homem disse que podiam, mas com uma condição: que só ficavam uma noite.
Então Maria deitou Jesus numa cama de palha e José ajudou Maria a sentar-se.
Numa montanha muito alta, três Reis Magos viram uma estrela cadente e seguiram-na. Foram os primeiros a chegar junto de Jesus e trouxeram muitas prendas: ouro, incenso e mirra.
Depois dos Reis Magos, vieram os pastorinhos com as suas ovelhas e trouxeram muitas coisas. Jesus recebeu muitas prendas.
E, … essa tal casa chama-se o presépio!...



Beatriz Correia Barroco, 7 anos
EB1 de Taveiro - 2º ano – Turma B

Um Conto de Natal Nuno Freitas 2.º Prémio

O MEU DIA DE NATAL

Era uma manhã fria tal como as outras do dia 25 de Dezembro. Eu, ainda meio a dormir, fui ver a minha árvore de Natal, que nem era grande coisa. Era muito pequena e, ao lado, estava um mini presépio. Era uma árvore, isso é que interessava.
Espreitei para debaixo da árvore e vi uma coisa esquisita, uma espécie de relógio do tempo. Fiquei espantado e, sem demora experimentei-o. Fui parar a uma vila animada, mas pobre. Lá eram 5h da manhã, estava escuro, mas é para isso que servem os candeeiros. De repente, vi uma pessoa estranha, num telhado, com um grande saco. Eu entrei pela janela da casa pois pensava que era um ladrão. Depois, ouvi ruídos na chaminé. Sorrateiramente, fui ver quem era. Uma pessoa muito gorda, tinha acabado de descer. Sem demora, saltei para cima dela como um louco, não via nada, e as pessoas, que estavam a dormir descansadas, acordaram com o barulho.
Desceram, acenderam as luzes e viram-me em cima do Pai Natal. Mais tarde é que percebi que era o Pai Natal. As pessoas da casa chamaram os vizinhos, pegaram em espingardas, enxadas e foram atrás de mim. Sem hipótese de fuga, num beco sem saída, carreguei num botão do relógio e voltei à minha casinha. Percebi então que nunca se deve concluir que só os ladrões entram pelas chaminés no dia de Natal.
Ao almoço contei esta aventura aos meus pais.




Nuno Freitas
Nº 19 6º A