sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Dia Escolar da Não-Violência e da Paz - 30 de janeiro

(Retirado da Internet)

      A celebração deste dia surgiu de uma iniciativa do poeta, pedagogo e pacifista espanhol Llorenç Vidal. Desde 1964, que a celebração deste dia pretende chamar a atenção de políticos, governantes, pais, educadores e professores que é necessária uma educação permanente pela Não-Violência e pela Paz; que é preciso educar para a solidariedade e para o respeito pelos outros, porque “Uma vez que as guerras nascem na mente dos homens, é na mente dos homens que deve edificar-se a paz” (Preâmbulo da Constituição da UNESCO).

Clica em 
https://drive.google.com/file/d/0B9IW7yrLvVFhNzhDM2VWVE45Mkk/view?usp=sharing e assiste a um PowerPoint feito pela docente Leonor Negrão, a partir do poema "A Paz", de Sidónio Muralha


     Porquê a escolha do dia 30 de janeiro? A escolha da data não foi escolhida ao acaso, mas por que este foi o dia do assassinato de um dos maiores defensores da paz, da não-violência, da justiça e da tolerância entre os povos: Mahatma Gandhi.
    Considerado o pai da Índia, Gandhi foi um homem de boa vontade que lutou, sem ódio, pela independência da sua pátria e pela paz do mundo. Dentro do ideal de paz e não-violência que ele defendia, uma de suas frases foi: “Não existe um caminho para paz! A paz é o caminho!”.
      Para Gandhi, a lei de ouro do comportamento é a tolerância mútua, já que nunca pensaremos todos da mesma maneira, já que nunca veremos senão uma parte da verdade e sob ângulos diversos.  
                                                                                         Retirado de https://cyberteca.wordpress.com/2010/01/25/dia-escolar-da-nao-violencia-e-da-paz/

(Retirado de Internet)


Algumas frases inspiradoras:

“As palavras de amizade e conforto podem ser curtas e sucintas, mas o seu eco é infindável.”  -  Madre Teresa de Calcutá

"Não há caminho para a Paz - a Paz é o caminho.” - Mahatma Gandhi

“Creio que a violência apenas constrói muros. A não-violência convida-nos a desconstruir muros e construir pontes. Os muros que separam os homens não são somente aqueles feitos de tijolo que dividem a terra para não partilhar. Existem ainda muros dentro do coração e do espírito dos homens. São muros de de desprezo, de rancor, de sentimentos de medo. Os que honram a inteligência, têm a coragem de derrubar os muros e construir pontes que permitem que os homens se encontrem, se reconheçam e se compreendam.” - Irina Bokova, Diretora-geral da UNESCO

"A paz vem de dentro de ti próprio não a procures à tua volta."  - Buda

 "A paz não depende da outra parte mas sim de quem decide vivê-la." - Autor desconhecido

 "O que mais impressiona nos fracos é que eles precisam humilhar os outros para se sentirem fortes." - Mahatma Gandhi

 "A paz é a qualidade mais fina da alma, mas ela se desenvolve por meio da prática." - Mahatma Gandhi

" Perder  a paciência é perder a batalha." - Mahatma Gandhi                                                 
"A paz não pode ser mantida à força. Somente pode ser atingida pelo entendimento." - Albert Einstein

"A paz é a única forma de nos sentirmos realmente humanos." - Albert Einstein


"A humanidade não pode libertar-se da violência senão por meio da não-violência." - Mahatma Gandhi

(Retirado da Internet)

A Não-Violência e a Paz na Poesia


As palavras    

São como um cristal,                                                        
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.
(Retirado de Internet)
Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam:
barcos ou beijos,
as águas estremecem.
Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.
Quem as escuta? Quem
as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?
                     
                                                          Eugénio de Andrade, in O Coração do Dia


(Retirado de Internet)
ODE À PAZ  

Pela verdade, pelo riso, pela luz, pela beleza,
Pelas aves que voam no olhar de uma criança,
Pela limpeza do vento, pelos actos de pureza,
Pela alegria, pelo vinho, pela música, pela dança,
Pela branda melodia do rumor dos regatos,
Pelo fulgor do estio, pelo azul do claro dia,
Pelas flores que esmaltam os campos, pelo sossego dos pastos,
Pela exactidão das rosas, pela Sabedoria,
Pelas pérolas que gotejam dos olhos dos amantes,
Pelos prodígios que são verdadeiros nos sonhos,
Pelo amor, pela liberdade, pelas coisas radiantes,
Pelos aromas maduros de suaves outonos,
Pela futura manhã dos grandes transparentes,
Pelas entranhas maternas e fecundas da terra,
Pelas lágrimas das mães a quem nuvens sangrentas
Arrebatam os filhos para a torpeza da guerra,
Eu te conjuro ó paz, eu te invoco ó benigna,
Ó Santa, ó talismã contra a indústria feroz.
Com tuas mãos que abatem as bandeiras da ira,
Com o teu esconjuro da bomba e do algoz,
Abre as portas da História, 
Deixa passar a Vida!
                                                                               Natália Correia, in “Inéditos (1985/1990)”


As Mãos 

(Retirado de Internet)
Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema - e são de terra.
Com mãos se faz a guerra - e são a paz.

Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas, mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.

E cravam-se no tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.

De mãos é cada flor, cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.
                                                    Manuel Alegre


Não posso
adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
(Retirado de Internet)
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas

Não posso adiar este abraço
que é uma arma de dois gumes
amor e ódio

Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação

Não posso adiar o coração

António Ramos Rosa, in "Viagem Através de uma Nebulosa"

A Paz


A paz invadiu o meu coração
De repente, me encheu de paz
Como se o vento de um tufão
Arrancasse meus pés do chão
Onde eu já não me enterro mais
A paz fez um mar da revolução
Invadir meu destino; A paz
Como aquela grande explosão
Uma bomba sobre o Japão
Fez nascer o Japão da paz
Eu pensei em mim
Eu pensei em ti                                                                      
Eu chorei por nós
Que contradição
Só a guerra faz
Nosso amor em paz
Eu vim
Vim parar na beira do cais
Onde a estrada chegou ao fim
Onde o fim da tarde é lilás
Onde o mar arrebenta em mim
O lamento de tantos "ais"
                                  Gilberto Gil
                                 
                                      
Vídeo de Michael Jackson intitulado "Heal the World", que nos mostra como se constrói a paz para que possamos viver num mundo melhor:    

Alguns filmes com esta temática:
  • 1900, de Bernardo Bertolucci
  • A barreira invisível, de Terrence Malick
  • A bomba, de Peter Watkins
  • A cor púrpura, de Steven Spielberg
  • A grande ilusão, de Jean Renoir
  • A guerra do Fogo, de Jean-Jacques Annaud
  • A vida é bela, de Roberto Benigni
  • Artigo 22, de Mike Nichols
  • As cartas de Iwo Jima, de Clint Eastwood
  • Babel
  • Diamante de Sangue
  • Dr. Estranho Amor, de Stanley Kubrick
  • Dr Fígado, Shohei Imamura
  • Duck Soup, dos Irmãos Marx
  • Europa, de Lars Von Trier
  • Gandhi, de Richard Attenborough 
  • Hotel Rwanda, por Terry George
  • Kandahar , de Mohsen Makhmalbaf 
  • Lista de Schindler, por Steven Spielberg
  • Na Sombra e no Silêncio, de Robert Mulligan
  • O Banquete de Casamento, de Ang Lee
  • O destino, Youssef Chahine
  • O Sentido da Vida, dos Monty Python
  • Occupy Love
  • Os Carabineiros, de Jean-Luc Godard
  • SamsaraThe Golf War
  • Woodstock 3 dias de Paz, de Michael Wadleigh 
Alguns vídeos com esta temática:

Algumas músicas com esta temática:






Agradecimento da Equipa da BE à professora Leonor Negrão pela partilha de todos estes materiais.
Bem-haja!


                                                                             

                                                                                               

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

A Não Violência Contra as Mulheres - Espetáculo na BE




Para veres a reportagem fotográfica completa, clica em O 2º ANIM em Taveiro

Concurso "O Melhor Conto de Natal" - Vencedores


2º Ciclo: Alunos Vencedores

1º Lugar
João Gomes - 5.ºD


2º Lugar
Sofia Correia Torres Lefeuvre - 5.ºC


3º Lugar
José Pedro Dinis Costa - 5.ºC
Paulo Rafael Pereira Balhau - 6.ºE



3º Ciclo: Alunos Vencedores

1º Lugar
Caio Gularte - 9.ºD


2º Lugar
Jorge Simão - 9.ºD


3º Lugar
Maria Inês de Azevedo - 9.ºD


MENÇÃO HONROSA
Bonu Yakubova - 7.ºD
Inês Alves - 8.ºD

Muitos parabéns aos vencedores!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Portal Ensina

        
(Retirado de http://ensina.rtp.pt/)
 Já sabes que, desde 14 de janeiro de 2014,  existe um Portal desenvolvido pela RTP, Portal Ensina (http://ensina.rtp.pt/). Este dedica-se ao alojamento e à divulgação de conteúdos audiovisuais diretamente relacionados com as diversas temáticas da área da Educação, vocacionados para todos os alunos, desde o 1º ciclo do ensino básico ao ensino secundário, bem como para professores, encarregados de educação e público em geral.

Ao fim de um ano de existência, já teve cerca de 600 mil visitantes. Atualmente, apresenta um conjunto de novos conteúdos.
     
                                
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     Temas:


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Autor do Mês: Agustina Bessa-Luís

    Maria Agustina Ferreira Teixeira Bessa-Luís
(1922)


   Agustina Bessa-Luís nasceu em Vila Meã, Amarante (região do Douro), em 1922. A sua infância e adolescência foram passadas nesta região, cuja ambiência marcará fortemente a obra da escritora. 





     Estreou-se como romancista em 1948 com a novela Mundo Fechado, cujo título atua como que uma espécie de definição de toda a sua produção literária e do próprio mundo de Agustina – na verdade, a ambiência das suas obras vive de «mundos fechados», bem como a sua própria escrita se encontra «fechada» a qualquer tentativa de contextualização, em termos de correntes, na história da literatura portuguesa. Manteve, desde então, um ritmo de publicação pouco usual nas letras portuguesas, contando até ao momento com mais de meia centena de obras. 

     Tem representado as letras portuguesas em numerosos colóquios e encontros internacionais e realizado conferências em universidades um pouco por todo o mundo. 

Retirado de http://www.dglb.pt/sites/DGLB/Portugues/autores/Paginas/PesquisaAutores1.aspx?AutorId=8252





Prémios:
Agustina recebeu quase todos os grandes prémios da literatura em Portugal:

  • Prémio Delfim Guimarães (1953) - A Sibila
  • Prémio Eça de Queirós (1954) - A Sibila
  • Prémio Ricardo Malheiros, da Academia das Ciências de Lisboa (1966) - Canção Diante de uma Porta Fechada
  • Prémio Nacional da Novelística (1967) - Homens e Mulheres
  • Prémio Adelaide Ristori (1975) 
  • Prémio D. Dinis, da Casa de Mateus (1980) - O Mosteiro
  • Prémio do Pen-Club Português (1980) - O Mosteiro
  • Prémio D. Dinis (1981)
  • Prémio Cidade do Porto (1982)
  • Grande Prémio Romance e Novela (1983)
  • Grande Prémio do Romance e Novela da APE (1983) - Os Meninos de Ouro
  • Prémio RDP Antena 1 (1988) - Prazer e Glória
  • Prémio Seiva de Literatura (Companhia de Teatro Seiva Trupe), Porto (1988)
  • Prémio da Associação de Críticos (1993)
  • Prémio Municipal Eça de Queiroz (Câmara Municipal de Lisboa) (1994) - As Terras do Risco
  • Prémio Máxima da Literatura (1996) - Memórias Laurentinas e Party
  • Prémio Bordalo de Literatura (Casa da Imprensa) (1996)
  • Prémio da União Latina (1997) - Um Cão que Sonha
  • Grande Prémio do Romance e Novela (2001) - Jóia de Família
  • Prémio Vergílio Ferreira (2004)
  • Prémio Camões (2004)
Outros Prémios:
  • Por ocasião do cinquentenário da publicação de A Sibila, a 15 de Outubro de 2004, foram entregues a Agustina Bessa-Luís as Chaves da Cidade do Porto, pelo Presidente Rui Rio. (2004)
  • Prémio de Literatura do Festival Grinzane Cinema, Turim, Itália (2005)


Distinções:
Ordem de Santiago da Espada (1980)
Medalha de Honra da Cidade do Porto (1988)
Officier de l’Ordre des Arts et des Lettres, atribuído pelo Governo Francês (1989).

Honoris Causa:
Doutoramento Honoris Causa pela Universidade Lusíada, Porto (1999)
Doutoramento Honoris Causa pela Universidade do Porto (2005)
Doutoramento Honoris Causa pela Universidade Tor Vergata de Roma (2008)


A 18 de janeiro de 2015, eis um artigo sobre Agustina no Observador  (Brasil), bem demonstrativo da projeção desta mulher e escritora em terras de Vera Cruz: 

Mostra com textos e fotografias aproxima Agustina Bessa-Luís do Brasil

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Os painéis mostram fotos da escritora desde a infância até à idade adulta, e apresentam a sua biografia desde a chegada ao Porto para estudos em 1935, passando pelos primeiros lançamentos.
Agustina Bessa-Luís tem 92 anos
JOÃO RELVAS/LUSA
Para leres o artigo na íntegra, clica em  


Para saberes ainda muito mais e te deliciares com pormenores, características e gostos da autora, clica em http://revistaler.no.sapo.pt/pdfs/agustina.pdf



Bibliografia:

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Concurso de Ortografia - Apurados para a 2ª Fase

EB 2,3 de Taveiro

1.ª FASE do Concurso de Ortografia
Alunos apurados para a 2.ª FASE
(Imagem retirada da Internet)
5.º C
N.º / NOME
N.º de ERROS
N.º 15, TIAGO  MARTINS

2
N.º 14, SOFIA  LEFEUVRE

7
N.º 6, JOANA  CARVALHO

8
N.º 2, ANA GASPAR

12
N.º 12, PAULO FERREIRA

12

5.ºD

N.º / NOME
N.º de ERROS
N.º 10, LARA TIAGO

7
N.º 6, FRANCISCO NUNES

7
N.º 16, ANA CAROLINA MELO

8
N.º 11, LEANDRO SILVA

12

(Imagem retirada da Internet)

6.º D
N.º / NOME
N.º de ERROS
N.º3, BALTASAR FONSECA
0
N.º8, GONÇALO GIL
3
N.º15, MIGUEL MIRALDO
4
N.º18, PEDRO GASPAR

2
N.º19, LUÍSA VILÃO

1

6.º E
N.º / NOME
N.º de ERROS
N.º 4, BEATRIZ BARROCO

3
N.º14, MATILDE BARRETO

2
N.º15, PAULO BALHAU

4