quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Rememorando Manuel António Pina, o nosso Autor do Mês

  Neste mês de fevereiro, para além de festejarmos afetos e partilharmos palavras e leituras, também escolhemos Manuel António Pina  como o Autor do Mês. Nas aulas de Português, os alunos do 6º Ano conheceram Os Piratas e ficaram encantados com o Manuel e a Ana. Alguns até já queriam um lenço vermelho. A este propósito, fica aqui um desafio: porque é que não te mascaras de pirata neste Carnaval? 

   Vem à Biblioteca Escolar e mostra-nos o teu disfarce. Entretanto, poderás, igualmente, ver a exposição sobre este autor. E, se não conheces Os Piratas, visita a BE e leva-os contigo para casa.

    A 18 de novembro de 2013, recordámo-lo, neste blogue. Como não queremos que te percas nem que o percas, aqui fica, mais uma vez:

Manuel António Pina: um observador da vida

(imagem retirada da Internet)
     No dia de hoje [18-11-2013], há setenta anos (em 1943), nasceu Manuel António Pina, no Sabugal (Beira Alta). Por isso, neste dia, há que recordá-lo, lendo a sua obra e percorrendo os meios de comunicação social (em suporte físico - jornais, revistas; em suporte virtual - sites, blogues). 
    A este propósito, o Museu Nacional da Imprensa preparou uma série de iniciativas para assinalar este dia. Uma delas foi designada como  PINA 70: a poesia no mundo e envolverá escolas e universidades de Portugal e dos países de língua oficial portuguesa, bem como escolas/ centros de Português de outros países, tendo como atividade principal a leitura de poemas de Manuel António Pina, em algum momento deste dia 18 de novembro, em salas de aula ou átrios.

     Para que possas ler poesia de Pina, aqui ficam alguns poemas:


Calo-me

Calo-me quando escrevo
assim as palavras falam mais alto e mais baixo.
Nada no poema é impossível e tudo é possível
Mas não arranjo maneira de entrar no poema
e de sair de mim e por isso a minha voz é profunda e rouca
e por isso me calo (e como me calarei?)
No entanto ninguém é tão falador como eu
Nem há palavras que não cheguem para não dizer nada.
E vós também: não me faleis de nada ou falai-me.
Porque não sabeis o que dizeis.


Pensar de pernas para o ar

Pensar de pernas para o ar
é uma grande maneira de pensar
com toda a gente a pensar como toda a gente
ninguém pensava nada diferente

Que bom é pensar em outras coisas
e olhar para as coisas noutra posição

as coisas sérias que cómicas que são
com o céu para baixo e para cima o chão



A Ana quer

A Ana quer
nunca ter saído
da barriga da mãe.
Cá fora está-se bem
mas na barriga também
era divertido.

O coração ali à mão,
os pulmões ali ao pé,
ver como a mãe é
do lado que não se vê.

O que a Ana mais quer ser
quando for grande e crescer
é ser outra vez pequena:
não ter nada que fazer
senão ser pequena e crescer
e de vez em quando nascer
e voltar a desnascer.


     Falecido em 2012, Manuel António Pina deixou uma obra singular, no campo da poesia, da crónica, da literatura infantojuvenil e do teatro, tendo ganhado o Prémio Camões, em 2011.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Os afetos também se constroem!

E, assim, construímos os afetos... Bastava ter o "Passaporte dos Afetos" e palavras para partilhar...





segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Concurso Nacional de Leitura - 8ª edição - fase distrital

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA
 8ª Edição | 2013/2014

(imagem retirada da Internet)

 Relembramos o nome das alunas apuradas para a fase distrital a acontecer em Arganil, a 6 de maio:

Juliana Isabel Salgado Marceneiro, 8º D, EB 2,3 de Taveiro
Inês Costa Alves, 7º E, EB 2,3 de Taveiro
Luiza Giovana Branco Lobo, 8º E, EB 2,3 de Taveiro

E as obras a ler são:

  • A Cidade dos Deuses Selvagens, de Isabel Allende
  • O Rio das Framboesas, de Karen Wallace

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Os afetos são muito importantes... Já tens passaporte para entrares na BE?!

    Estamos a recordar-te da importância dos afetos na tua vida. Por isso, resolvemos criar uma forma diferente de entrares na BE, amanhã, dia 14 de fevereiro.

    Terás de ter o "Passaporte dos Afetos "! Vem já buscar o teu!

    O quê?! Ainda estás a ler?! Despacha-te! Só assim assegurarás a tua entrada na BE!



terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Dia 11 de fevereiro - Dia da Internet Segura

Queres saber mais?
Queres jogar? 
Vai até  http://www.seguranet.pt/1_2ciclos/ (se frequentas os 1º ou o 2º ciclos) ou http://www.seguranet.pt/jogo/ (se frequentas o 3º ciclo ou o ensino secundário).



Uma forma diferente de aprender:



Na Net, todo o cuidado é pouco. Não acreditas?! Então, lê!



Mais depressa se apanha um aluno que copia da Net do que um coxo! É verdade, é que os ditos populares também se adaptam às novas tecnologias... 



 E Gil Vicente, quem é? O nome de um clube de futebol? Sim, mas não só...

Se precisares, pede ajuda e denuncia! 

Recordando o dia 30 de janeiro - o Dia da Não Violência em Meio Escolar


Soltem as amarras que vos prende à violência!

Deixem voar a Paz!





Relata situações que conheças! Não tenhas medo! 



Faz a Paz!



Muitos contribuíram com as suas palavras...





Situações que não poderão acontecer:





UM EXEMPLO A SEGUIR:


Viajar por Coimbra!



Visita de Estudo

Eu gostei muito da visita de estudo. Tudo começou durante a aula de ET, logo às 9h15, quando o autocarro chegou. Entrámos e sentámo-nos aos pares.
A nossa primeira paragem foi no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra onde decorria uma exposição de insetos (“Insetos em ordem”). Foi muito interessante, pois, através de jogos, fomos descobrindo as características dos diferentes insetos que faziam parte da exposição. Também tivemos a oportunidade de observar animais embalsamados e esqueletos de avestruzes, vacas, etc. Dediquei muito tempo a tirar fotografias a tudo o que lá estava exposto.
Seguidamente, fomos ao Museu Machado de Castro. Também gostei muito. Começámos por visitar o Criptopórtico onde nos deparámos com construções romanas e bustos de imperadores importantes. Nesta altura, relembrámos alguns conhecimentos que aprendemos na aula de HGP.
Subimos ao andar de cima e uma guia do museu esteve a mostrar-nos  colunas antigas e a ensinar-nos a compreender o significado de alguns objetos que lá estavam esculpidos.
Mais tarde, almoçámos. Adorei a minha comida: almofadinhas,... Estava ótima. A minha mãe é espetacular! Após o almoço, divertimo-nos a jogar à apanhada e às escondidas.
Depois de tanta brincadeira, continuámos o nosso passeio. Andámos cerca de 1km e chegámos à Casa da Cultura onde assistimos à representação da peça “A Poesia não é tão rara como parece...” apresentada pela companhia profissional de teatro Educa. A peça foi engraçadíssima, disseram muitas piadas, rimo-nos imenso. Por fim, apanhámos o autocarro de regresso à escola.
Cheguei a casa e relatei o meu dia à minha mãe. Também conversei com ela sobre a importância das visitas de estudo. Cheguei à conclusão que são muito importantes pois, além de nós nos divertirmos nessas ocasiões, aprendemos muito e relembramos matérias dadas nas aulas de forma muito prática.

Afonso Correia, n.º 1, Turma D, 5.º ano
22 de janeiro de 2014



Viagem no tempo por Coimbra
Na última quarta-feira, dia 22 de janeiro, nós (5ºE e o 5ºD) fizemos uma visita de estudo: uma visita ao Museu da Ciência da Universidade, ao Museu Machado de Castro e, ainda, assistimos, na Casa da Cultura, à representação de uma peça de teatro muito divertida (“A Poesia Não é Tão Rara Como Parece”), pelo grupo de teatro Educa.
Começámos por visitar o Museu da Ciência, onde estava a decorrer uma exposição chamada “Insetos em Ordem”. Aí, explicaram-nos as principais características que um inseto tem de ter e deram alguns exemplos. Dada a explicação, começámos um jogo simples, mas divertido que consistia em descobrir qual a família a que um dado inseto pertencia, utilizando uma chave dicotómica. Depois de todos os alunos terem participado, andámos a ver esqueletos de animais e insetos minúsculos de todas as espécies.
Logo depois de termos explorado todo o museu, dirigimo-nos a um outro museu, o Museu Machado de Castro. Visitámos o Criptopórtico onde descobrimos vestígios romanos e ouvimos histórias fascinantes do Império Romano. Mais tarde, também observámos colunas de pedra de várias formas e tamanhos, decifrámos os códigos dos seus desenhos e descobrimos para que se destinavam. Logo a seguir, visitámos duas igrejas romanas. Como ainda tínhamos tempo, ouvimos histórias fascinantes pertencentes a simples pedras.
Depois de almoçar e de muita brincadeira, formámos duas filas para nos dirigirmos para a Casa da Cultura, onde nos foi mostrada uma peça de teatro divertidíssima chamada “A Poesia Não É Tão Rara Como Parece”. Nesta peça, era declamada, na maior parte do tempo, poesia. Falava-se também da sua importância e dos melhores poetas portugueses. Alguns dos poemas eram de Fernando Pessoa, Luís Vaz de Camões e muitos outros. Falaram n’ Os Lusíadas e da história do povo português, como foi escrito e como foi trazido do barco naufragado até à terra.
Assim acabou a nossa viagem no tempo por Coimbra. Voltámos ao autocarro satisfeitíssimos pelo que vimos e aprendemos, a falar com o nosso colega do lado sobre a visita e do que mais gostámos.


Beatriz Correia Barroco, n.º 6, Turma E, 5.º ano