segunda-feira, 25 de novembro de 2019
MÊS DE NOVEMBRO
Ao longo do mês de novembro foram realizadas várias
exposições na Biblioteca Escolar da EB 2,3 de Taveiro: Bullying, Direitos
Humanos, Violência contra a Mulher e Centenário de Sophia de Mello Breyner
Andresen. As duas primeiras serviram para dar uma aula, no âmbito da disciplina
Cidadania e Desenvolvimento, ao 5.º ano.
terça-feira, 17 de setembro de 2019
BOM ANO LETIVO COM MUITAS LEITURAS E MUITAS PESQUISAS!
A Leitora
A leitora abre o espaço num sopro subtil.
Lê na violência e no espanto da brancura.
Principia apaixonada, de surpresa em surpresa.
Ilumina e inunda e dissemina de arco em arco.
Ela fala com as pedras do livro, com as sílabas da sombra.
Ela adere à matéria porosa, à madeira do vento.
Desce pelos bosques como uma menina descalça.
Aproxima-se das praias onde o corpo se eleva
em chama de água. Na imaculada superfície
ou na espessura latejante, despe-se das formas,
branca no ar. É um torvelinho harmonioso,
um pássaro suspenso. A terra ergue-se inteira
na sede obscura de palavras verticais.
A água move-se até ao seu princípio puro.
O poema é um arbusto que não cessa de tremer.
António Ramos Rosa, in "Volante Verde"
Lê na violência e no espanto da brancura.
Principia apaixonada, de surpresa em surpresa.
Ilumina e inunda e dissemina de arco em arco.
Ela fala com as pedras do livro, com as sílabas da sombra.
Ela adere à matéria porosa, à madeira do vento.
Desce pelos bosques como uma menina descalça.
Aproxima-se das praias onde o corpo se eleva
em chama de água. Na imaculada superfície
ou na espessura latejante, despe-se das formas,
branca no ar. É um torvelinho harmonioso,
um pássaro suspenso. A terra ergue-se inteira
na sede obscura de palavras verticais.
A água move-se até ao seu princípio puro.
O poema é um arbusto que não cessa de tremer.
quinta-feira, 18 de julho de 2019
sexta-feira, 15 de março de 2019
Semana da Leitura
Durante a Semana da Leitura, a professora bibliotecária deslocou-se a todas as salas de aula de Português do 2.º ciclo para leituras de vários textos (poemas de Eugénio de Andrade e Sidónio Muralha e leitura da obra "A árvore generosa" de Shel Silverstein). A equipa da biblioteca gostaria que os alunos fossem à biblioteca deixar um comentário sobre a atividade.
Durante a Semana da Leitura, a professora bibliotecária deslocou-se a todas as salas de aula de Português do 2.º ciclo para leituras de vários textos (poemas de Eugénio de Andrade e Sidónio Muralha e leitura da obra "A árvore generosa" de Shel Silverstein). A equipa da biblioteca gostaria que os alunos fossem à biblioteca deixar um comentário sobre a atividade.
Urgentemente
É urgente o Amor,
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros,
e a luz impura até doer.
É urgente o amor,
É urgente permanecer.
Eugénio de Andrade
quarta-feira, 12 de dezembro de 2018
Concurso Nacional de Leitura 2018-2019
No dia 12 de dezembro, pelas 15 horas, na Biblioteca Escolar, vai decorrer a fase de escola do Concurso Nacional de Leitura.
Relembramos que as obras selecionadas são:
- 2.º ciclo: Missão Impossível de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
- 3.º ciclo: conto "Nero" de Os Bichos de Miguel Torga
Boas leituras!
No dia 12 de dezembro, pelas 15 horas, na Biblioteca Escolar, vai decorrer a fase de escola do Concurso Nacional de Leitura.
Relembramos que as obras selecionadas são:
- 2.º ciclo: Missão Impossível de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
- 3.º ciclo: conto "Nero" de Os Bichos de Miguel Torga
Boas leituras!
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
MENSAGEM
DA COORDENADORA DA RBE
Outubro,
mês dedicado às bibliotecas escolares incentiva-nos ao reforço desta REDE e à
reflexão sobre o lugar da biblioteca naquele que é o processo de formação da
criança e do jovem.
Suportados no valor do
saber e da aprendizagem procuramos conciliar respostas ajustadas aos desafios
mais gerais da educação, perseguindo os nossos propósitos de sempre: atender
aos diferentes perfis dos nossos alunos com respostas adequadas às suas necessidades
individuais.
Colaboração, inovação,
inclusão, … algumas das marcas que têm acompanhado o desenvolvimento da RBE e
que vão ao encontro das medidas educativas ministeriais preconizadas para este
ano. Para as bibliotecas escolares é a oportunidade de reforçar a sua
intervenção, participando ativamente neste desígnio e estreitando o trabalho
colaborativo entre a biblioteca e os docentes das diferentes áreas
curriculares, contribuindo para a flexibilidade das aprendizagens.
Igualmente, a
multiplicidade de saberes e competências e o carácter mais humanista da
formação do aluno, previsto no Perfil
dos alunos no final da escolaridade obrigatória têm, na
biblioteca, um suporte e um apoio indispensáveis.
A relação privilegiada,
de proximidade, que desenvolvemos nesta REDE, permitirá continuarmos a
encontrar as melhores respostas aos múltiplos desafios que, permanentemente,
nos confrontam.
Nesse sentido, o
desenvolvimento da RBE tem tido como pilar estruturante o lançamento anual de
diferentes candidaturas que amplificam as possibilidades das bibliotecas
adequarem os projetos à sua realidade ao mesmo tempo que proporcionam percursos
inovadores diversificados.
Para uma efetiva
conjugação de esforços entre todos destacámos, este ano, um conjunto de áreas prioritárias
que nos parecem essenciais para consolidar o nosso trabalho.
(...)
Aos coordenadores
interconcelhios, professores bibliotecários, docentes das equipas das
bibliotecas escolares, assistentes operacionais e alunos, desejo que a
celebração em torno do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares se traduza
num ano inteiro de boas experiências!
Votos de bom trabalho!
Manuela Pargana Silva
segunda-feira, 24 de setembro de 2018
A BIBLIOTECA ESCOLAR DESEJA A TODOS OS ALUNOS, DOCENTES E FUNCIONÁRIOS UM EXCELENTE ANO LETIVO CHEIO DE LEITURAS!!!
Aqui fica um belo poema de José Jorge Letria:
Apetece chamar-lhes irmãos,
tê-los ao colo, afagá-los de par em par,
ver o Pinóquio a rir
e o D. Quixote a sonhar,
e a Alice do outro lado
do espelho a inventar
um mundo de assombros
que dá gosto visitar.
Apetece chamar-lhes irmãos
e deixar brilhar os olhos
nas páginas das suas mãos.
terça-feira, 22 de maio de 2018
No dia 15 de
maio, decorreram, na Biblioteca Escolar da EB 2,3 de Taveiro, duas
representações de teatro para o 2.º ciclo. Assim, de manhã, pelas 10 h 20 min,
os alunos das duas turmas do 5.º ano assistiram à peça O Príncipe Nabo, baseada na obra com o mesmo título, da escritora
Ilse Losa. De tarde, foi a vez de os alunos do 6.º ano terem assistido à
representação baseada na obra Ali Babá e
os Quarenta Ladrões (texto com adaptação de Luc Lefort). As duas obras
fazem parte das Metas Curriculares de Português do Ensino Básico e do Plano
Nacional de Leitura.
Os alunos adoraram cada momento e, no final, colocaram
algumas questões sobre o trabalho dos atores.
terça-feira, 24 de abril de 2018
"É Divertido Resolver Problemas"
Nos dias 9 e 10 de
abril, a Dra. Joana Teles, do Departamento de Matemática da Universidade
de Coimbra deslocou-se à Escola Básica 2,3 de Taveiro para realizar, em
todas as turmas do 5.º e do 6.º ano, uma sessão intitulada “É Divertido Resolver Problemas”. Esta
atividade teve como objetivo incentivar o gosto pela disciplina de Matemática.
A partir da proposta e
resolução de alguns problemas habituais em provas de Olimpíadas, a professora
apresentou técnicas usuais facilitadoras na resolução de exercícios/problemas.
Os alunos mostraram-se bastante agradados com a dinâmica criada
durante a sessão e corresponderam muito bem à iniciativa, participando
ativamente na resolução dos desafios propostos. E assim, desfrutaram de
momentos repletos de vivências matemáticas enriquecedoras.
terça-feira, 13 de março de 2018
Plasticologia Marinha na EB23 de Taveiro!
A
Biblioteca Escolar da EB 2,3 de Taveiro, em articulação com as docentes de Ciências
e o Oceanário, recebeu, nos dias 19 e 20 de fevereiro, a bióloga Isabel Nabais
que veio realizar, com todas as turmas do 2.º ciclo, várias sessões práticas
sobre “Plasticologia Marinha”.
Através
do visionamento de vídeos, a concretização de experiências práticas, a partilha
de opiniões, a Dra. Isabel Nabais conseguiu que os
alunos tomassem consciência da necessidade de mudar de atitudes relativamente
ao uso de plásticos de forma descontrolada e do seu impacto negativo no planeta
e no Homem. Por esta razão, é importante que os nossos alunos sensibilizem
também os colegas, pais e familiares sobre a problemática do plástico nos
oceanos, visto que agora possuem algumas ferramentas que devem divulgar, alertando,
principalmente, para a urgência de alteração de comportamentos.
Os alunos demonstraram interesse e também se divertiram!
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
Para Relembrar o Holocausto (dia 27 de janeiro)
Para relembrar o Holocausto (dia 27
de janeiro), a Biblioteca Escolar da EB 2,3 de Taveiro, em articulação com o
Clube Europeu, realizou um mural e uma exposição de fundo documental.
A Professora Bibliotecária foi a algumas salas
falar com os alunos sobre o assunto e referir algumas obras que existem na BE e
que podem ser requisitadas. A motivação por parte da docente de Português
Leonor Negrão, do 2.º ciclo, foi importante, levando os alunos a requisitar
todos os exemplares do livro “O rapaz do pijama às riscas”, de John Boyne!
Ao longo dessa semana, em articulação
com o Plano Nacional de Cinema (PNC), foi ainda visionado o filme de Mark Herman
baseado na obra referida, e os alunos do 5.º e do 6.º ano tiveram oportunidade
de ver o também belíssimo filme “A vida é bela”, de Roberto Benigni.
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
"Acontece em Coimbra Oeste" - Novembro de 2017
No dia 14 de novembro de 2017, os alunos dos 3.º e 4.º anos
das Escolas Básicas do 1.º Ciclo de Ameal, Arzila e Taveiro participaram numa
atividade inserida no projeto Acontece em
Coimbra Oeste, em parceria com a Biblioteca Escolar da EB 2, 3 de Taveiro,
o PNC e “Clássicos em Rede”. Na mesma atividade, participaram também os alunos
dos mesmos anos da Escola Básica do 1.º Ciclo de Casais do Campo, no dia 21 do
mesmo mês.
Dado o dia 4 de novembro ter sido o Dia Mundial do Cinema, a
sessão começou com essa menção e o visionamento do primeiro filme mundial, L’Arrivée d’un Train à La Ciotat, dos irmãos Lumière, de 28 de dezembro de 1895, apresentado no
salão Grand Café, em Paris. Os alunos ficaram ainda a saber que, nessa mesma
ocasião, os Lumière fizeram a apresentação pública do seu invento ao qual
chamaram Cinematógrafo e que um filme é uma história contada através de uma
sucessão de imagens em movimento, o qual é ilusório.
Sempre
na perspetiva de que todos têm uma história, uma origem, uma cultura, foi
destacado o papel da Grécia e da sua cultura. Assim, visualizaram excertos de
um filme sobre o Minotauro e o labirinto de Creta, a fim de os sensibilizar
para a Cultura Clássica e de lhes demonstrar que os Gregos foram um povo
politeísta para quem os mitos serviram como forma de explicação de vários
fenómenos. Conheceram, igualmente, exemplos do mito apresentado, existentes na
atualidade e representados em várias artes, nomeadamente na cerâmica, na
escultura e na pintura. De seguida, desenharam o Minotauro.
Mais tarde, foi destacado o Dia Internacional dos Direitos
das Crianças (20 de novembro), tendo sido feita a distinção entre direito e
desejo bem como a referência a vários direitos, por exemplo, casa digna (artigo 27), oportunidades
de poder exercer a própria cultura, língua e religião (artigo 31), ar puro
(artigo 24), proteção contra abuso e negligência (artigo 19), alimentação
saudável e nutritiva (artigo 24), água potável (artigo 24), oportunidade para
partilhar as suas opiniões (artigo 12), cuidados de saúde (artigo 24), tratamento
justo e não discriminativo (artigo 2), educação (artigos 28, 29) e brincar
(artigo 30). Neste âmbito, os alunos escreveram os seus direitos numa figura
infantil, representando os meninos e as meninas das respetivas turmas. Com
essas figuras, foi feita, em dezembro, uma instalação designada “A Árvore dos
Direitos”, na BE da EB 2,3.
Por
fim, foi feita a avaliação da sessão.
Viajar por Países e Culturas
Ainda em outubro, Mês
Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE),
as turmas do 5.º Ano realizaram uma atividade sobre países e respectivas culturas,
em articulação com a disciplina de Educação Musical, a partir do livro Volta ao Mundo
em 40 Canções. Os Países e as Suas Canções, de Luís Matos e Fernando
Paulo Gomes, com ilustração de Inês Prata.
Assim, o tema “Ligando Comunidades e Culturas” serviu de
mote para o canto e encanto dos alunos e professores envolvidos.
![]() |
| (imagem retirada da Internet) |
"Ligando Comunidades e Culturas" - BE, Ambiente e PNC
No âmbito do Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE), no dia 23 de outubro de 2017, Dia da Biblioteca Escolar
em Portugal, as turmas G e H do 6.º Ano, da EB 2,3 de Taveiro, participaram, na BE, numa atividade
baseada no documentário Com Quase Nada (2000),
de Margarida Cardoso e Carlos Barroco. Relembre-se que o tema deste ano era
“Ligando Comunidades e Culturas” e toda a dinâmica foi encetada pelo PNC do
AECO e pela Biblioteca
Escolar – com o tema “Ligando Comunidades e Culturas” (tema definido pela
International Association of School Librarianship - IASL), com destaque para a
questão do ambiente (sensibilização, alerta e preservação); tendo em
consideração a articulação com o PES (sensibilizando para a multiculturalidade, a dignidade humana e os direitos humanos), a Educação
Cívica (a educação para a cidadania), o Projeto EducOcean (a sustentabilidade do planeta) e o Projeto
EcoMuseu (o ambiente).
A atividade tinha como objetivos gerais divulgar um
documentário marcante e ilustrativo das desigualdades sociais e estabelecer
elos de ligação entre a Escola, a Biblioteca Escolar e a comunidade educativa.
Quanto aos objetivos específicos, eram os seguintes: revelar sensibilidade para a
reciclagem e para a gestão sustentável de recursos no nosso planeta, conhecer exemplos atuais das desigualdades sociais, reconhecer como cada
comunidade tem a sua cultura, conhecer algumas características da vida das
crianças de Cabo Verde, planificar a construção de brinquedos com materiais
recicláveis, dialogar sobre o documentário e sobre a sessão em casa, com a
família; posteriormente, reaproveitar desperdícios, criar brinquedos com materiais recicláveis, participar numa atividade de
trabalho colaborativo a divulgar à comunidade educativa.
Partindo da leitura expressiva
de três poemas (“O Meu Amigo Cigano”, “O Meu Amigo Timor”, “O Meu Amigo
Cabo-Verdiano”, retirados de Amigos em
Todo o Mundo, de Leonel Neves) e exploração temática dos mesmos, os alunos
visualizaram excertos de Com Quase Nada,
ouviram falar sobre os realizadores e foi-lhes apresentada a localização
geográfica dos países envolvidos nos textos poéticos e no filme. Com este,
assistiram a uma imagem da infância vivida em Cabo Verde, procurando promover
um olhar atento e curioso em torno dos brinquedos que as crianças
cabo-verdianas criam com poucos meios e com as próprias mãos. Depois, foi tempo
de debate sobre a diversidade cultural e o desperdício dos desperdícios. E o desafio foi-lhes
lançado: planificarem e construírem brinquedos a partir de materiais usados,
vulgarmente, conhecidos como desperdícios ou lixo. Souberam também da
existência de vários livros existentes na BE (e em exposição) sobre como criar,
reciclando.
Saliente-se que houve também tempo para o visionamento de Crianças Invisíveis Bilú e João, seguido de exploração temática.
Saliente-se que houve também tempo para o visionamento de Crianças Invisíveis Bilú e João, seguido de exploração temática.
Na semana seguinte, houve
oportunidade de esclarecer algumas dúvidas e de continuar a discussão sobre
comunidades e culturas, reciclagem e gestão sustentável de recursos na Terra.
Relativamente à exposição
dos brinquedos construídos, esta ocorrerá no mês de janeiro, na BE.
Considerando as criações
artísticas já entregues na BE, os alunos aprenderam e apreenderam a importância
do respeito pelo Outro, pela diversidade e pelo ambiente. O planeta agradece e
todos nós também!
sábado, 9 de dezembro de 2017
"Há Poesia na Escola"
"Há Poesia na Escola",Vamos, então, participar;
O tema do concurso é livre,
Basta só imaginar...
Soltam-se as palavras,
Conhecem-se novos autores,
O prazo é 23 de fevereiro,
As letras parecerão flores!
Mais uma vez (a nona), a REDE CONCELHIA DE BIBLIOTECAS DE COIMBRA (constituída pela BMC e as escolas do concelho de Coimbra integradas na RBE), promovem um Desafio de Poesia designado “HÁ POESIA NA ESCOLA” com o objetivo de dinamizar os hábitos de leitura e de escrita e estimular o gosto pela poesia entre os alunos dos diferentes ciclos de ensino.
Para ler o regulamento, clique aqui
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
Concurso "Conto de Natal"
Olá!
Está atualmente a decorrer o
concurso "Vamos Viver o Natal", promovido pelo Serviço de Apoio às
Bibliotecas Escolares (SABE) e Casa Municipal da Cultura de Coimbra. Os alunos
são convidados a realizar uma ilustração baseada na leitura de um conto de
Natal. A professora bibliotecária já realizou a leitura de um pequeno conto
intitulado "Presépio" de D. João da Câmara nas turmas dos 5.º e
7.º anos.
Todos podem participar, por isso
fica aqui disponível o texto. Claro que podem selecionar outro
conto de Natal. Não se esqueçam que, este ano letivo, o regulamento refere que
as figuras do presépio devem ser privilegiadas.
Participem!
Conto de Natal
O PRESÉPIO
Havia quase
um ano que estava na loja, mercearia num bairro escuro, em
que mal entrava de esguelha, como espreitando a medo, um raio de sol, entre as casarias muito altas da rua tortuosa.
Com doze anos, que saudades tinha da aldeia, da família, dos antigos
companheiros de escola, dos cães amigos que ladravam de noite a vigiar a
casa!
Tudo lá tão longe! Ah! Se ele soubesse!…
Pois nem uma lágrima lhe viera anuviar o último adeus, quando a diligência dera volta na estrada e ele vira sumirem-se os choupos da ribeira e o lenço que mão saudosa sacudia no alto do cabeço.
É que o deslumbrava a ideia de Lisboa, de que tantas maravilhas grandes
lhe contavam. Ainda agora partia, e já se via de volta na aldeia, de relógio e
cadeia de ouro, a falar de alto, a puxar o bigode, a dar enchente, como o
Januário, que lhe arranjara o lugar.
Com o seu examezinho de instrução primária, marçano de uma tenda…
Não, que os pais não o queriam para cavador. Tinham sido consultados o mestre-escola, o prior, o senhor Freitas, lavrador muito importante que arrastava tudo nas eleições, o Custódio, velhote de muito bom conselho, e todos se tinham mostrado de acordo: não havia como Lisboa para fazer um homem. Era ver o Januário que tinha casado com a viúva do patrão. A loja era de um cunhado dele, bom homem, áspero mas bom homem. Os olhos baixos do Manuelzito, fitos no chão, viam no tijolo resplandecer auréolas, que giravam como o fogo de vistas pelas festas.
Ali estava, havia quase um ano; e, no desvão da escada, onde às dez horas o mandavam deitar, a morrer de calor no Verão, no Inverno a morrer de frio, punha-se a rever os campos e a casa deixados sem as lágrimas, que lhe corriam agora em grossos fios pelas faces.
Os primeiros dias tinham passado muito lentos. A conselho do Januário, um biscoito ou outro da mão papuda e oleosa do merceeiro tinham-no ajudado na tarefa. Assim é que ele havia de ser homem, um dia. Mas o patrão mostrava maior pressa. Pai, mãe e mestre-escola nunca lhe tinham batido. Atreveu-se uma vez a declará-lo. Foi pior.
que mal entrava de esguelha, como espreitando a medo, um raio de sol, entre as casarias muito altas da rua tortuosa.
Com doze anos, que saudades tinha da aldeia, da família, dos antigos
companheiros de escola, dos cães amigos que ladravam de noite a vigiar a
casa!
Tudo lá tão longe! Ah! Se ele soubesse!…
Pois nem uma lágrima lhe viera anuviar o último adeus, quando a diligência dera volta na estrada e ele vira sumirem-se os choupos da ribeira e o lenço que mão saudosa sacudia no alto do cabeço.
É que o deslumbrava a ideia de Lisboa, de que tantas maravilhas grandes
lhe contavam. Ainda agora partia, e já se via de volta na aldeia, de relógio e
cadeia de ouro, a falar de alto, a puxar o bigode, a dar enchente, como o
Januário, que lhe arranjara o lugar.
Com o seu examezinho de instrução primária, marçano de uma tenda…
Não, que os pais não o queriam para cavador. Tinham sido consultados o mestre-escola, o prior, o senhor Freitas, lavrador muito importante que arrastava tudo nas eleições, o Custódio, velhote de muito bom conselho, e todos se tinham mostrado de acordo: não havia como Lisboa para fazer um homem. Era ver o Januário que tinha casado com a viúva do patrão. A loja era de um cunhado dele, bom homem, áspero mas bom homem. Os olhos baixos do Manuelzito, fitos no chão, viam no tijolo resplandecer auréolas, que giravam como o fogo de vistas pelas festas.
Ali estava, havia quase um ano; e, no desvão da escada, onde às dez horas o mandavam deitar, a morrer de calor no Verão, no Inverno a morrer de frio, punha-se a rever os campos e a casa deixados sem as lágrimas, que lhe corriam agora em grossos fios pelas faces.
Os primeiros dias tinham passado muito lentos. A conselho do Januário, um biscoito ou outro da mão papuda e oleosa do merceeiro tinham-no ajudado na tarefa. Assim é que ele havia de ser homem, um dia. Mas o patrão mostrava maior pressa. Pai, mãe e mestre-escola nunca lhe tinham batido. Atreveu-se uma vez a declará-lo. Foi pior.
Chegou o
Verão. As festas de São João e São Pedro aumentaram-lhe a tristeza. Reviu
nesses dias mais intensamente a alegria da aldeia, os bailes à noite em volta
da fogueira, a ida à fonte pela manhã, o sino a tocar à missa, e ele a pensar
que, quando fosse crescido, havia de ter uma namorada por quem queimasse uma
alcachofra, a quem cantasse umas quadras falando de estrelas e de flores. A
bulha nas ruas, nessas noites, não o deixara dormir. Cada bomba era uma pancada
no coração. Um sol-e-dó que passou tocando arrancou-lhe lágrimas de imensa
saudade.
Pelos Santos, com a melancolia do tempo, ainda foi pior. Depois veio o Inverno, começaram os dias de chuva. O mau tempo irritava o patrão, porque lhe afugentava fregueses. Na loja, com recantos muito negros, acendiam-se muito cedo os candeeiros, e o Manuelzito tinha pena da sombra em que se acolhia com maior amor. Pasmava os olhos, fugia com o pensamento para muito longe.
— Acorda, ralaço! — gritava-lhe o patrão.
Estava a chegar o Natal. Que lindo era o Natal lá na aldeia!
Andavam na rua a abrir um cano; quase ninguém ali passava; os passeios
eram cheios de lama. O patrão andava furioso. Então o pequeno teve uma ideia. Lembrou-se de fazer muito misteriosamente um presépio. O segredo em que havia de trabalhar mais o animava na tarefa.
Todos os dias, muito a medo, enquanto o patrão almoçava ou saía da loja
algum instante, vinha à porta, se não havia freguês a servir, espreitava, corria, apanhava um nadinha de barro nas escavações do cano. Escondia-o, e debaixo do balcão, quase às apalpadelas, ia fazendo as figurinhas. Assim modelou o menino Jesus, que deitou num berço de caixa de fósforos, Nossa Senhora de mãos postas, São José de grandes barbas, os três Reis Magos a cavalo, e os pastores, um a tocar gaita de foles, outro com um cordeirinho às costas, e uma mulher com uma bilha. Não se pareceriam lá muito; mas ele deu provas de que sabia puxar pela imaginação.
Sempre lhe faltava alguma coisa. Havia problemas difíceis de resolver.
Um dia, engraxando as botas do patrão, lembrou-se de engraxar um dos
reis, e pôs-lhe depois umas bolinhas brancas, de papel a fingir os olhos.
Aos anjos fez asas com as penas de uma galinha que depenou para um
jantar de festa que não comeu. Moeu vidro para fingir as águas do rio, e no
papel de embrulho recortou um moinho que só havia de armar à última hora.
Levou nisso parte de Novembro e Dezembro todo, até ao Natal. Escondia os materiais debaixo da enxerga e, de vez em quando, revia-se na
obra. O que mais o encantava era o menino Jesus, com a cabeça do tamanho de um grão de milho, com buraquinhos a fingirem olhos, ouvidos, nariz e boca. Tinha mãos com cinco dedos riscados a canivete e dois pezinhos que ele achava um encanto. Com tiras de papel azul havia de fazer o céu e, como o não tinha dourado onde recortasse a estrela, fez em papel branco uma meia-lua; vinha quase a dar na mesma. Aquele mês passou correndo.
Era a véspera do Natal. As dez e meia, o patrão mandou-o deitar e saiu.
Que alegria estar só! Não lhe deixavam luz; mas que importava? Às escuras armaria o presépio.
E logo começou. Enrolou o moinho, pôs-lhe as velas; esticou o papel azul que fingia o céu e pregou nele com um alfinete a meia-lua; espalhou o vidro moído, num S em volta das palhas; dispôs as figurinhas, suspendeu os anjos. Depois fez uma carreira de fósforos de cera, que todos se tinham de acender ao mesmo tempo, num deslumbramento, quando desse meia-noite.
Deram onze e três quartos. Ajoelhou.
Batia-lhe o coração, que lhe parecia que deviam de ser milagrosas as
figurinhas, que delas lhe viria algum bem, consolação da sua vida triste.
Que seria quando ele iluminasse o desvão da escada e os santinhos se
pusessem todos a luzir quase tanto como os verdadeiros? Rezava-lhes…
Rezava-lhes… Àquela hora, lá na aldeia, tocavam os sinos alegres e iam
ranchos contentes a caminho da igreja. Lá dentro reluzia o trono, e o sacristão muito atarefado ia, vinha…
Meia-noite! Acendeu os fósforos e ficou embasbacado! Nunca assim vira coisa tão perfeita. Os anjos voavam deveras, os cavalos dos reis galopavam, o rio corria, as velas giravam no moinho e os pontinhos do Menino Jesus sorriam-lhe no rosto a São José e a Nossa Senhora!
Pôs-se a cantar, como lá na aldeia:
Andava nessas campinas,
Esta noite, um querubim.
Tão enlevado cantava, que nem ouviu o patrão abrir a porta, entrar na loja, chegar ao desvão. Acordou-o do êxtase um pontapé.
— Isso… Agora larga-me fogo à escada!… Varre-me já esse lixo!
E ele, a chorar, levantou-se, foi buscar a vassoura.
O bruto continuava aos pontapés.
— Vá?… Vá!
Mas quando se deitou, encontrou na enxerga uma figurinha. Apalpou-a,
conheceu-a logo: era a do Menino Jesus. Beijou-a muito. Pior vida levara do que ele…Sentiu de repente um dó muito grande do patrão, que não vira nada, nem que era tão bonito aquele Menino, com um olhar tão meigo nos seus olhinhos picados.
Pelos Santos, com a melancolia do tempo, ainda foi pior. Depois veio o Inverno, começaram os dias de chuva. O mau tempo irritava o patrão, porque lhe afugentava fregueses. Na loja, com recantos muito negros, acendiam-se muito cedo os candeeiros, e o Manuelzito tinha pena da sombra em que se acolhia com maior amor. Pasmava os olhos, fugia com o pensamento para muito longe.
— Acorda, ralaço! — gritava-lhe o patrão.
Estava a chegar o Natal. Que lindo era o Natal lá na aldeia!
Andavam na rua a abrir um cano; quase ninguém ali passava; os passeios
eram cheios de lama. O patrão andava furioso. Então o pequeno teve uma ideia. Lembrou-se de fazer muito misteriosamente um presépio. O segredo em que havia de trabalhar mais o animava na tarefa.
Todos os dias, muito a medo, enquanto o patrão almoçava ou saía da loja
algum instante, vinha à porta, se não havia freguês a servir, espreitava, corria, apanhava um nadinha de barro nas escavações do cano. Escondia-o, e debaixo do balcão, quase às apalpadelas, ia fazendo as figurinhas. Assim modelou o menino Jesus, que deitou num berço de caixa de fósforos, Nossa Senhora de mãos postas, São José de grandes barbas, os três Reis Magos a cavalo, e os pastores, um a tocar gaita de foles, outro com um cordeirinho às costas, e uma mulher com uma bilha. Não se pareceriam lá muito; mas ele deu provas de que sabia puxar pela imaginação.
Sempre lhe faltava alguma coisa. Havia problemas difíceis de resolver.
Um dia, engraxando as botas do patrão, lembrou-se de engraxar um dos
reis, e pôs-lhe depois umas bolinhas brancas, de papel a fingir os olhos.
Aos anjos fez asas com as penas de uma galinha que depenou para um
jantar de festa que não comeu. Moeu vidro para fingir as águas do rio, e no
papel de embrulho recortou um moinho que só havia de armar à última hora.
Levou nisso parte de Novembro e Dezembro todo, até ao Natal. Escondia os materiais debaixo da enxerga e, de vez em quando, revia-se na
obra. O que mais o encantava era o menino Jesus, com a cabeça do tamanho de um grão de milho, com buraquinhos a fingirem olhos, ouvidos, nariz e boca. Tinha mãos com cinco dedos riscados a canivete e dois pezinhos que ele achava um encanto. Com tiras de papel azul havia de fazer o céu e, como o não tinha dourado onde recortasse a estrela, fez em papel branco uma meia-lua; vinha quase a dar na mesma. Aquele mês passou correndo.
Era a véspera do Natal. As dez e meia, o patrão mandou-o deitar e saiu.
Que alegria estar só! Não lhe deixavam luz; mas que importava? Às escuras armaria o presépio.
E logo começou. Enrolou o moinho, pôs-lhe as velas; esticou o papel azul que fingia o céu e pregou nele com um alfinete a meia-lua; espalhou o vidro moído, num S em volta das palhas; dispôs as figurinhas, suspendeu os anjos. Depois fez uma carreira de fósforos de cera, que todos se tinham de acender ao mesmo tempo, num deslumbramento, quando desse meia-noite.
Deram onze e três quartos. Ajoelhou.
Batia-lhe o coração, que lhe parecia que deviam de ser milagrosas as
figurinhas, que delas lhe viria algum bem, consolação da sua vida triste.
Que seria quando ele iluminasse o desvão da escada e os santinhos se
pusessem todos a luzir quase tanto como os verdadeiros? Rezava-lhes…
Rezava-lhes… Àquela hora, lá na aldeia, tocavam os sinos alegres e iam
ranchos contentes a caminho da igreja. Lá dentro reluzia o trono, e o sacristão muito atarefado ia, vinha…
Meia-noite! Acendeu os fósforos e ficou embasbacado! Nunca assim vira coisa tão perfeita. Os anjos voavam deveras, os cavalos dos reis galopavam, o rio corria, as velas giravam no moinho e os pontinhos do Menino Jesus sorriam-lhe no rosto a São José e a Nossa Senhora!
Pôs-se a cantar, como lá na aldeia:
Andava nessas campinas,
Esta noite, um querubim.
Tão enlevado cantava, que nem ouviu o patrão abrir a porta, entrar na loja, chegar ao desvão. Acordou-o do êxtase um pontapé.
— Isso… Agora larga-me fogo à escada!… Varre-me já esse lixo!
E ele, a chorar, levantou-se, foi buscar a vassoura.
O bruto continuava aos pontapés.
— Vá?… Vá!
Mas quando se deitou, encontrou na enxerga uma figurinha. Apalpou-a,
conheceu-a logo: era a do Menino Jesus. Beijou-a muito. Pior vida levara do que ele…Sentiu de repente um dó muito grande do patrão, que não vira nada, nem que era tão bonito aquele Menino, com um olhar tão meigo nos seus olhinhos picados.
D. João da Câmara
terça-feira, 31 de outubro de 2017
Novos Desafios
Olá!
Neste primeiro período, há novos desafios! Passa na Biblioteca Escolar! Não queiras ser o(a) último(a) a saber e a concorrer!
Eis alguns:
Neste primeiro período, há novos desafios! Passa na Biblioteca Escolar! Não queiras ser o(a) último(a) a saber e a concorrer!
Eis alguns:
- Maratona de Cartas 2017
Decorre durante o último trimestre de cada ano, altura em que se assinala o Dia Internacional dos Direitos Humanos, a 10 de dezembro. Milhões de pessoas em todo o mundo assinam e enviam cartas em prol de pessoas e comunidades em risco.
- Clássicos em Rede
Atividades para alunos dos ensinos básico e secundário, com o objetivo de aumentar os seus conhecimentos sobre a Cultura Clássica e, sobretudo, levá-los a descobrir a sua presença na atualidade: na língua e etimologia, na herança patrimonial, nos modelos estéticos e na arte, no imaginário coletivo, no ideário que está na base das nossas sociedades e em tantas outras áreas.
- Há Poesia na Escola
Tema livre. Concurso destinado a todos os ciclos de ensino. Decorre até 23 de fevereiro de 2018.
segunda-feira, 11 de julho de 2016
Férias
domingo, 10 de julho de 2016
A BE e o Clube Europeu
Ao longo do ano letivo de
2015-2016, o Clube Europeu funcionou nas instalações físicas da Biblioteca
Escolar. Este Clube foi dinamizado pelas professoras Leonor Negrão e Célia Mafalda
Oliveira. Participaram nele alunos do 4.ºTAV e três alunas do 6.ºE. Viajaram
por toda a Europa, conheceram a lenda que explica a sua origem e outras
representativas de outros países. A partir de abril, foram sujeitos ativos num
Projeto Europeu de eTwinning, intitulado Mother’s
Day Celebration in Europe (Celebração do Dia da Mãe na Europa).
O projeto foi uma oportunidade
educacional de aprender sobre a tradição europeia (celebração do Dia da Mãe),
sem esquecer a era digital e as oportunidades de leitura. Seguindo a máxima
KISS (Keep It Short and Simple), os
alunos foram sujeitos ativos (re)construtores de ideias, características e
conhecimentos a partilhar, de forma colaborativa, com colegas europeus, sob orientação
de docente(s). Acredita-se que tenha contribuído para a valorização de valores
essenciais para uma cidadania responsável, cuja transmissão se continua a fazer
de geração em geração. Foi uma mais-valia para o incentivo à utilização das
TIC. Visto englobar alunos desde os 3 aos 13 anos, pretendeu-se a valorização
da partilha e da interajuda ainda que os alunos tenham aprendizagens/ritmos
diferentes. Assim, o eTwinning contribuiu para a participação, fomentando
autoestima e competências capazes de desenvolverem a autoautoconfiança
necessária para enfrentar desafios, tendo como companheiros outras crianças /
adolescentes e professores.
A
docente proponente foi Célia Mafalda Oliveira (Agrupamento de Escolas Coimbra
Oeste – EB 2,3 de Taveiro, Coimbra, Portugal) que teve como parceira
estrangeira dinamizadora Gabriela
Bednárová (Šaľa, Eslováquia). A elas se juntaram outros parceiros, a
saber, Leonor Negrão (Agrupamento de Escolas Coimbra Oeste – EB 2,3
de Taveiro, Coimbra, Portugal), Alice
Lexmaulová (Čechy pod Kosířem, República
Checa), Ivana Bašić
(Opuzen, Croácia), Katarzyna
Andrychowska (Warszawa, Polónia), Magdalena
Wyrzyk (Węgrów, Polónia), Maria
Zappatore (Foggia (FG), Itália), Tümay Alumert
(Ardeşen, Turquia), Zuzana
Kunáková (Šaľa, Eslováquia). No caso dos alunos de Taveiro, também foi muito importante a ajuda da professora titular do 4.ºTAV, Joana Pancas.
Quanto aos alunos portugueses, para além de terem partilhado vivências e
opiniões, terem visualizado os trabalhos feitos pelos colegas europeus, construíram
uma flor e um postal ilustrado, que ofereceram às mães no “Serão de Leituras”
(dinamizado pela Biblioteca Escolar da EB 2,3 de Taveiro, no dia 29 de abril). Na
última sessão, depois de mais um brainstorming
e de diálogo/avaliação sobre o projeto, desenharam o rosto das mães, tal como a
veem, expressando o amor incondicional que lhes têm.
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