quinta-feira, 24 de setembro de 2015

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De facto, a Biblioteca Escolar é super: já tem conta no Twitter!

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Bibl. EB2,3 Taveiro

@becretav

 Taveiro, Coimbra

  1. Mais um outono... Mais um recomeço!

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

BEM-VINDOS!

Olá! Mais um outono, mais um regresso à escola! 

Cheios de energia? É claro que sim! Nem outra coisa seria de esperar.


Neste ano, continuaremos ao teu lado. Acompanhar-te-emos no teu percurso escolar e na tua formação pessoal e social. Conta connosco! Nós contaremos contigo!


Mais uma vez, em outubro, será o Mês Internacional das Bibliotecas Escolares (MIBE). O tema definido pela  International Association of School Librarianship (IASL) para 2015 é 




(tradução adotada pela Rede de Bibliotecas Escolares)




O Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares estabelece 26 de outubro como Dia da Biblioteca Escolar em Portugal, para 2015.

Teremos vários desafios para ti: visita-nos aqui e no nosso espaço físico. Esperamos as tuas visitas virtuais e reais! :)

terça-feira, 5 de maio de 2015

AtrapalhArte na Nossa Escola: "O Príncipe Nabo"

Mais uma vez, recebemos a Companhia Teatral AtrapalhArte para nos presentear com um espetáculo hilariante intitulado "O Príncipe Nabo", a partir do texto homónimo de Ilse Losa, uma das nossas autoras do mês.
Os felizes contemplados foram os alunos das turmas C e D do 5.º ano.

Aqui ficam alguns momentos:

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Entrega de Prémios - 6º Concurso Anual "Há Poesia na Escola" - Rede de Biblioteca de Coimbra 2015

Como já sabes, a Câmara Municipal de Coimbra promove, anualmente, através do SABE, Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares da Biblioteca Municipal de Coimbra, e no âmbito da Semana da Leitura (Plano Nacional de Leitura), o concurso “Há Poesia na Escola”, dirigido às escolas do concelho de Coimbra.
Ora, no dia 23 de abril, aconteceu a entrega de prémios na Casa da Cultura de Coimbra. Os alunos foram acompanhados pela Professora Bibliotecária Alcina Pires.



Para que possas rememorar, aqui ficam alguns desses momentos e os textos vencedores da EB2,3 de Taveiro:


2º ESCALÃO - 2º Ciclo
3º lugar (ex aequo): Afonso Lopes Correia (EB 2,3 de Taveiro – 6º D – n.º 1; AE Coimbra Oeste).


AS PALAVRAS DO MUNDO

Há muitas palavras do mundo,
As boas,
As engraçadas,
As ignorantes,
E até as mal-educadas.

Uma palavra,
Um elogio
Fazem uma pessoa feliz,
Fazem uma pessoa contente.
Isso sim,
É ser uma pessoa decente.

Com as palavras podes construir,
Com elas podes brincar.
Mas o que mais interessa,
É que uma pessoa,
Não vás magoar.










3º ESCALÃO - 3º Ciclo
3º lugar (ex aequo): Juliana Isabel Salgado Marceneiro (EB 2,3 de Taveiro – 9º D – n.º 9; AE Coimbra Oeste).


PALAVRAS PARA QUÊ

Dizer que se ama
Quando não se cuida
Dizer que me chama
Quando não consegue falar
Dizer que se chora
Quando as lágrimas não caem
Dizer que se sente
Sem amor no olhar
Palavras para quê?
Se a cumpri-las não se vê?
Palavras para quê?






sexta-feira, 17 de abril de 2015

Autoras do mês: Alice Vieira e Ilse Losa

 Alice Vieira apresenta-se a si própria:

"Nasci no dia 20 de Março de 1943 numa rua de Lisboa chamada Almirante Reis, mas saí de lá com 15 dias de idade… A casa onde eu nasci foi deitada abaixo, e é hoje uma enorme garagem.
Vivi em muitas ruas diferentes, em muitas casas diferentes, mas sempre em Lisboa, que é a cidade mais bonita do mundo.
Alice VieiraAlice Vieira
Desde cedo que os meus brinquedos foram os lápis, as borrachas, os livros. Aprendi a ler e a escrever sozinha, era muito pequena. E os meus amigos eram as personagens que eu descobria nos livros que lia. Vivi em casas grandes, com grandes corredores escuros que rangiam pela noite dentro, e me faziam muito medo, e sem crianças da minha idade com quem brincar.
Depois cresci e entrei para o Liceu Filipa de Lencastre, onde estudei do 1.º ao 7.º ano (então era assim que se dizia quando queríamos falar do que é hoje o 5.º e o 12.º ano). Gostava de português, mas gostava mais de inglês, de francês e de história. A matemática deu-me muitas dores de cabeça, confesso.
Alice VieiraAlice Vieira
Desde pequena que sempre disse “quando for grande quero ser jornalista” – e fui. Comecei cedo a escrever em jornais: Diário de LisboaDiário PopularDiário de Notícias.
Paralelamente fiz o curso de Filologia Germânica (que hoje se chama Línguas e Literaturas Modernas, variante Inglês e Alemão) na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, mas nunca fui professora: o jornalismo tomou sempre o meu tempo todo.
Alice VieiraAlice Vieira
Casei (com um jornalista), tive dois filhos.
Quando os meus filhos eram pequenos, pediram-me um dia que escrevesse uma história para eles: e assim nasceu, em 1979, a Rosa, Minha Irmã Rosa que, nesse ano, teve o Prémio de Literatura Juvenil do Ano Internacional da Criança. A partir daí não tive um minuto de sossego, com o jornal todos os dias (trabalhava então no Diário de Notícias), e as constantes idas a escolas e bibliotecas, e os livros para escrever. Até que em 1990 tive de optar: e então optei pela literatura. Não me desliguei do jornalismo (quem é jornalista por paixão é jornalista sempre), mas agora já não vou todos os dias ao jornal.
Alice VieiraAlice Vieira
Trabalho agora para o Jornal de Notícias e para as revistas Tempos LivresActiva (onde a minha filha é jornalista também), e Audácia. E continuo a escrever livros e a ir a escolas. Vou muitas vezes ao estrangeiro – sobretudo à Alemanha, Espanha, França e Suiça – porque os meus livros estão traduzidos em várias línguas, e as escolas desses países também me convidam. Também vou muito a Inglaterra, mas é porque o meu filho (professor de matemática) e os meus três netos vivem aí…
Alice VieiraAlice Vieira
Já publiquei cerca de 40 livros. A maior parte deles são dirigidos a jovens – mas também tenho uma colecção para os mais pequenos de histórias tradicionais portuguesas. No entanto, o que eu gosto mais de escrever é romance. Como, por exemplo, Os Olhos de Ana Marta,Caderno de AgostoA Lua Não Está à VendaSe Perguntarem Por Mim Digam Que VoeiUm Fio de Fumo nos Confins do Mar, etc. Neste momento estou a tentar escrever um romance para os mais novos, baseado nas histórias que a minha neta Adriana inventa para mim."
Alice VieiraAlice Vieira

(Retirado de http://www.nonio.uminho.pt/netescrita/autores/alice_vieira.html)

Bibliografia ativa:
De Estarmos Vivos (poesia), 1964
Um Nome para Setembro (contos), 1977

Rosa, Minha Irmã Rosa (infantojuvenil), 1979 ; 2006

Lote 12 - 2.º Frente (infantojuvenil), 1980 ; 2006
A Espada do Rei Afonso (infantojuvenil), 1981 ; 2001
Chocolate à Chuva (infantojuvenil), 1982 ; 2006
Este Rei que Eu Escolhi (infantojuvenil), 1983 ; 1997
Graças e Desgraças da Corte de El-Rei Tadinho (infantojuvenil), 1984 ; 2007
Águas de Verão (infantojuvenil), 1985 ; 2004
Flor de Mel (infantojuvenil), 1986 ; 2004
Paulina ao Piano (infantojuvenil), 1987 ; 1999
A Lua não Está à Venda (infantojuvenil), 1988 ; 2006
As Árvores que Ninguém Separa (Literatura Tradicional de Macau - Adaptação), 1988
Às Dez a Porta Fecha (infantojuvenil), 1988 ; 1998
As Mãos de Lam Seng (Literatura Tradicional de Macau - Adaptação), 1988
O Que Sabem os Pássaros (Literatura Tradicional de Macau - Adaptação), 1988
O Templo da Promessa (Literatura Tradicional de Macau - Adaptação), 1988
Um Estranho Barulho de Asas (Literatura Tradicional de Macau - Adaptação), 1988
Uma Voz do Fundo das Águas (Literatura Tradicional de Macau - Adaptação), 1988
Úrsula, a Maior (infantojuvenil), 1988 ; 2007
Macau: da Lenda à História (divulgação), 1990
Os Olhos de Ana Marta (infantojuvenil), 1990 ; 2004
A Adivinha do Rei (História tradicional portuguesa), 1991
Corre, Corre Cabacinha (História tradicional portuguesa), 1991
Fita, Pente e Espelho (História tradicional portuguesa), 1991
Leandro, Rei da Helíria (teatro para a infância), 1991 ; 2006
Promontório da Lua, 1991 ; 2006
Um Ladrão Debaixo da Cama (História tradicional portuguesa), 1991
Desanda Cacete (infantil), 1992
Maria das Silvas (História tradicional portuguesa), 1992
Periquinho e Periquinha (História tradicional portuguesa), 1992
Rato do Campo e rato da Cidade (História tradicional portuguesa), 1992
A Bela Moura (História tradicional portuguesa), 1993
As Três Fiandeiras (infantil), 1993
Esta Lisboa (álbum ilustrado), 1993
Eu Bem Vi Nascer o Sol (antologia de literatura tradicional), 1994 ; 2004
O Pássaro Verde (infantil), 1994
Os Anéis do Diabo (infantil), 1994
Caderno de Agosto (infantojuvenil), 1995 ; 2006
Viagem à Roda do Meu Nome (infantojuvenil), 1995 ; 2006
Praias de Portugal (álbum ilustrado), 1997
Se Perguntarem por Mim, Digam que Voei (infantojuvenil), 1997 ; 2003
O Gigante e as Três Irmãs (infantil), 1998
O Doce Lugar dos Pássaros (antologia) (em colaboração com vários), 1999
Um Fio de Fumo nos Confins do Mar (infantojuvenil), 1999 ; 2001
Trisavó de Pistola à Cinta e Outras histórias (infantojuvenil), 2001 ; 2007
2 Histórias de Natal (infantojuvenil), 2002 ; 2006
Contos e Lendas de Macau (Literatura Tradicional de Macau - Adaptação), 2002
Canção de Outono (conto), 2004
Histórias e Canções em Quatro Estações (infantojuvenil) (em colaboração com vários), 2005
Livro com Cheiro a Chocolate (infantojuvenil), 2005
O Casamento da Minha Mãe (infantojuvenil), 2005
Os novos mistérios de Sintra (romance) (em colaboração com vários), 2005
A Machadinha e a Menina Tonta e O Cordão Dourado (Literatura tradicional - adaptação), 2006
O Código d'Avintes (romance) (em colaboração com vários), 2006
Pezinhos de Coentrada (contos), 2006
Rato do Campo e Rato da Cidade e João Grão de Milho (Literatura tradicional - adaptação), 2006
Eça Agora : os Herdeiros dos Maias (romance) (em colaboração com vários), 2007
Livro com Cheiro a Caramelo (infantojuvenil), 2008
Livro com Cheiro a Canela (infantojuvenil), 2009
O Que Dói às Aves (poesia), 2009
Tejo (álbum), 2009
Os Profetas (romance), 2011
Os Armários da Noite (poesia), 2014


Ilse Losa










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Ilse Losa - vida e obra