quinta-feira, 28 de maio de 2015
terça-feira, 5 de maio de 2015
AtrapalhArte na Nossa Escola: "O Príncipe Nabo"
Mais uma vez, recebemos a Companhia Teatral AtrapalhArte para nos presentear com um espetáculo hilariante intitulado "O Príncipe Nabo", a partir do texto homónimo de Ilse Losa, uma das nossas autoras do mês.
Os felizes contemplados foram os alunos das turmas C e D do 5.º ano.
Os felizes contemplados foram os alunos das turmas C e D do 5.º ano.
Aqui ficam alguns momentos:
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Entrega de Prémios - 6º Concurso Anual "Há Poesia na Escola" - Rede de Biblioteca de Coimbra 2015
Como já sabes, a Câmara Municipal de Coimbra promove, anualmente, através do SABE, Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares da Biblioteca Municipal de Coimbra, e no âmbito da Semana da Leitura (Plano Nacional de Leitura), o concurso “Há Poesia na Escola”, dirigido às escolas do concelho de Coimbra.
Ora, no dia 23 de abril, aconteceu a entrega de prémios na Casa da Cultura de Coimbra. Os alunos foram acompanhados pela Professora Bibliotecária Alcina Pires.
Para que possas rememorar, aqui ficam alguns desses momentos e os textos vencedores da EB2,3 de Taveiro:
Para que possas rememorar, aqui ficam alguns desses momentos e os textos vencedores da EB2,3 de Taveiro:
2º ESCALÃO - 2º Ciclo
3º lugar (ex aequo): Afonso Lopes Correia (EB 2,3 de Taveiro – 6º D – n.º 1; AE Coimbra Oeste).
AS
PALAVRAS DO MUNDO
Há muitas
palavras do mundo,
As boas,
As engraçadas,
As ignorantes,
E até as
mal-educadas.
Uma palavra,
Um elogio
Fazem uma pessoa
feliz,
Fazem uma pessoa
contente.
Isso sim,
É ser uma pessoa
decente.
Com as palavras
podes construir,
Com elas podes
brincar.
Mas o que mais
interessa,
É que uma
pessoa,
Não vás magoar.
3º lugar (ex aequo): Juliana Isabel Salgado Marceneiro (EB 2,3 de Taveiro – 9º D – n.º 9; AE Coimbra Oeste).
PALAVRAS
PARA QUÊ
Dizer que se ama
Quando não se
cuida
Dizer que me
chama
Quando não
consegue falar
Dizer que se
chora
Quando as
lágrimas não caem
Dizer que se
sente
Sem amor no
olhar
Palavras para
quê?
Se a cumpri-las
não se vê?
Palavras para
quê?
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Autoras do mês: Alice Vieira e Ilse Losa
Alice Vieira apresenta-se a si própria:
"Nasci no dia 20 de Março de 1943 numa rua de Lisboa chamada Almirante Reis, mas saí de lá com 15 dias de idade… A casa onde eu nasci foi deitada abaixo, e é hoje uma enorme garagem.
Vivi em muitas ruas diferentes, em muitas casas diferentes, mas sempre em Lisboa, que é a cidade mais bonita do mundo.
![]() | ![]() |
Desde cedo que os meus brinquedos foram os lápis, as borrachas, os livros. Aprendi a ler e a escrever sozinha, era muito pequena. E os meus amigos eram as personagens que eu descobria nos livros que lia. Vivi em casas grandes, com grandes corredores escuros que rangiam pela noite dentro, e me faziam muito medo, e sem crianças da minha idade com quem brincar.
Depois cresci e entrei para o Liceu Filipa de Lencastre, onde estudei do 1.º ao 7.º ano (então era assim que se dizia quando queríamos falar do que é hoje o 5.º e o 12.º ano). Gostava de português, mas gostava mais de inglês, de francês e de história. A matemática deu-me muitas dores de cabeça, confesso.
![]() | ![]() |
Desde pequena que sempre disse “quando for grande quero ser jornalista” – e fui. Comecei cedo a escrever em jornais: Diário de Lisboa, Diário Popular, Diário de Notícias.
Paralelamente fiz o curso de Filologia Germânica (que hoje se chama Línguas e Literaturas Modernas, variante Inglês e Alemão) na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, mas nunca fui professora: o jornalismo tomou sempre o meu tempo todo.
![]() | ![]() |
Casei (com um jornalista), tive dois filhos.
Quando os meus filhos eram pequenos, pediram-me um dia que escrevesse uma história para eles: e assim nasceu, em 1979, a Rosa, Minha Irmã Rosa que, nesse ano, teve o Prémio de Literatura Juvenil do Ano Internacional da Criança. A partir daí não tive um minuto de sossego, com o jornal todos os dias (trabalhava então no Diário de Notícias), e as constantes idas a escolas e bibliotecas, e os livros para escrever. Até que em 1990 tive de optar: e então optei pela literatura. Não me desliguei do jornalismo (quem é jornalista por paixão é jornalista sempre), mas agora já não vou todos os dias ao jornal.
![]() | ![]() |
Trabalho agora para o Jornal de Notícias e para as revistas Tempos Livres, Activa (onde a minha filha é jornalista também), e Audácia. E continuo a escrever livros e a ir a escolas. Vou muitas vezes ao estrangeiro – sobretudo à Alemanha, Espanha, França e Suiça – porque os meus livros estão traduzidos em várias línguas, e as escolas desses países também me convidam. Também vou muito a Inglaterra, mas é porque o meu filho (professor de matemática) e os meus três netos vivem aí…
![]() | ![]() |
Já publiquei cerca de 40 livros. A maior parte deles são dirigidos a jovens – mas também tenho uma colecção para os mais pequenos de histórias tradicionais portuguesas. No entanto, o que eu gosto mais de escrever é romance. Como, por exemplo, Os Olhos de Ana Marta,Caderno de Agosto, A Lua Não Está à Venda, Se Perguntarem Por Mim Digam Que Voei, Um Fio de Fumo nos Confins do Mar, etc. Neste momento estou a tentar escrever um romance para os mais novos, baseado nas histórias que a minha neta Adriana inventa para mim."
![]() | ![]() |
(Retirado de http://www.nonio.uminho.pt/netescrita/autores/alice_vieira.html)
Bibliografia ativa:
Assinar:
Postagens (Atom)



















